sexta-feira, 10 de maio de 2019

100 anos da ABCZ: Da Sociedade do Herd Book Zebu à Associação Brasileira dos Criadores de Zebu


Década de 1919 - 1930

1919
Fundação e escolha no dia 16 de Fevereiro da primeira diretoria da Sociedade do Herd Book Zebu – SHBZ, após iniciativas dos criadores Fernand Ruffier e Alceu de Miranda no ano de 1918 com a publicação de edital de convocação para formação da entidade no jornal Lavoura e Comércio. A SHBZ foi a primeira entidade oficial a registrar a genealogia das raças de Zebu no mundo. Funcionou no Jockey Club de Uberaba, depois na Câmara Municipal e por fim, na residência de Joaquim Machado Borges, onde eram realizadas as reuniões até a criação do primeiro Parque de Exposições de Uberaba em 1935. Compunham a diretoria: Geraldino Rodrigues da Cunha, Manoel Borges de Araújo, Alceu Miranda, Antônio Borges de Araújo, José Caetano Borges, José Afonso Ratto e Raimundo Soares de Azevedo. No total a SHBZ contou com 97 fundadores.

1922
Criação da Sociedade Pastorial do Triângulo Mineiro (SPTM), com apoio da diretoria do SHBZ, visando divulgar e exportar animais para amenizar a grave crise econômica verificada na região do Triângulo Mineiro.

1924
Criadores norte-americanos do Texas, influenciados pelo sucesso do Herd Book Zebu de Uberaba, implantam livro similar para registro da raça Brahman.

1926
O Coronel José Caetano Borges apresenta uma nova raça denominada “Induberaba”, a primeira raça de zebu legitimamente brasileira.

1929
Além da crise mundial de 29, a peste bovina ajuda a forçar a interrupção de transações de gado gordo no Triângulo Mineiro, Goiás, Mato Grosso e São Paulo com seus frigoríficos exportadores. Esta situação leva a SHBZ ao declínio nos anos seguintes.

Certificado de Registro de gado da Sociedade do Herd Book Zebu fundada em 1919. Acervo: MZ

 Fidélis Reis – Último presidente da SHBZ e primeiro da SRTM. Acervo: MZ.


Palacete de Joaquim Machado Borges, primeira à esquerda. Nesta residência eram realizadas as reuniões da SHBZ e nela foi fundada a SRTM, local onde ocorreram suas primeiras reuniões na década de 1930. Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

Marca timbrada da Sociedade Pastoril do Triângulo Mineiro. Pode-se dizer este seja o primeiro modelo que viria a se tornar o símbolo do “Caranguejo”, marca da SRTM e da ABCZ. Acervo: MZ.



Década de 1930

1934
Inauguração da Sociedade Rural do Triângulo Mineiro (SRTM) em 18 de julho.

1936
É assinada a Convenção de Roma para unificação do Registro Genealógico das Raças Bovinas e o Brasil se torna signatário do acordo;
Durante a 2ª Exposição da SRTM, de um total de 121 animais inscritos, 101 são da raça Indubrasil, 9 Guzerá, 6 Nelore e 5 Gir.

1937 
Notícias sobre o início do uso do capim Colonião em São Paulo. A média nessa década é de apenas 11% dos registros de Nelore na SRTM.

1938
Firmado um convênio com o Ministério da Agricultura para a realização dos Registros Genealógicos das Raças Bovinas de Origem Indiana, em regime de Livro Aberto, em todo território nacional.

1938
São definidos os padrões raciais das raças Gir, Guzerá, Nelore e Indubrasil. Realizados os primeiros registros no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte;
Homologação pelo Ministério da Agricultura do “Indubrasil” como nova raça.

1939
Lançamento da revista “Zebu”. Criado o emblema oficial do SRTM, o “caranguejo” no formato de um triângulo equilátero e a letra (M), representando a ideia “Triângulo Mineiro”. Por iniciativa de José Caetano Borges é erguido um monumento em homenagem ao touro “Lontra”, um dos primeiros zebuínos introduzidos em Uberaba. ·A SRTM conta com 165 associados nesse ano.


 1934 - Fachada da Santa Casa da Misericórdia durante a exposição que marca a fundação da SRTM. Acervo: MZ.




1935 – Inauguração da sede da SRTM e primeiro recinto de exposições. Acervo: MZ.


1º emblema do “caranguejo”, marca da SRTM. Acervo: MZ.



  1938 – Presidente Getúlio Vargas marca o touro número -1. Homologação do registro genealógico da SRTM pelo Ministério da Agricultura. Acervo: MZ.




1938 – Presidente Getúlio Vargas assina autorização para abertura do RGZ - Registro Genealógico das raças zebuínas. Acervo: MZ.

1939 – Inauguração do obelisco em homenagem aos 50 anos da entrada de um dos primeiros zebuínos em Uberaba, o touro Lontra. Acervo: MZ.



Década de 1940


1941
O touro Aragão é vendido por 500 contos de reis bem no início da década. A título de comparação, uma fazenda de 700 alqueires alcança esse mesmo valor nessa época;
Inaugurados o Parque Fernando Costa, a Fazenda Experimental Getúlio Vargas e a sede da SRTM.

1942
A SRTM que em 1939 registra 165 membros alcança 516 associados nesse ano, quando é lançada uma campanha para se atingir 1.500 associados.

1946
Tem início a operação da Usina de Volta Redonda, o que facilita aos fazendeiros o acesso ao arame farpado. Após o período de auge propiciado pela Segunda Guerra, uma medida governamental que limita a liberação de crédito bancário para compra de gado leva à falência inúmeros criadores de zebu. O preço de um animal de grande valor genético agregado é praticamente o mesmo de um comum de corte (o chamado vale quanto pesa);
Exportação de animais vivos para o México. Implantam-se na Fazenda Experimental de Criação (FEC) núcleos de Gir, de Nelore, de Guzerá e de Indubrasil, com a intenção de formar um “Zebu Leiteiro”. Zebuínos são exportados para o Paraguai, país onde esse gado é saudado como “o único capaz de salvar a pecuária local”.

1941 - Notícia do Jornal Lavoura e Comércio sobre as inaugurações do Parque Fernando Costa, nova sede da SRTM e Fazenda Experimental de Criação. Acervo: MZ.


1941 – Min. Fernando Costa, Pres. da República Getúlio Vargas, Pres. da SRTM José de Souza Prata e Gov. de Minas Gerais Benedito Valadares na inauguração Parque Fernando Costa. Acervo: MZ.



Segunda sede da SRTM situada na rua Manoel Borges e inaugurada em 1941. Acervo: MZ.


                       1946 – Exportação  de zebuínos para o México. Acervo: MZ.



Fac-Simile do cheque emitido pelo Coronel Antenor Machado de Azevedo pela comprado Touro Aragão. Acervo: MZ.




Década de 1950

1950
O capim Colonião começa a penetrar em algumas regiões de Goiás e Mato Grosso;
O registro genealógico da raça Nelore salta de 10,8% em 1939 para 22% em 1950.

1951
Nasce o reprodutor “Chave de Ouro”, um dos maiores genearcas de toda história da raça Gir.

1952
Importante importação para o país de animais da raça Sindi, através do Paquistão feita por Felisberto de Camargo.

1954
Decretada a “Lei do Reajustamento”, medida oficial que contribui para acabar com a crise que assola a pecuária há mais de uma década.

1954
Publicado por Antônio Mies Filho e Augusto José Rosa os primeiros resultados com sêmen bovino congelado em gelo seco e álcool no Brasil, com resultado de 54% de vacas prenhas.

1957
Mesmo enfrentando barreiras governamentais, Joaquim Martins Borges importa um lote de gado da Índia que entra no Brasil pela Bolívia.

1958
O veterinário David E. Bartlett da American Breeders Service (ABS) apresenta ao Brasil uma técnica inovadora de inseminação de sêmen congelado em nitrogênio.

1959
Criada a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), órgão que tem participação efetiva no incentivo e financiamento de raças zebuínas na região mineira.




1953 – Pres. da SRTM –Adalberto Rodrigues da Cunha, Pres. da República Getúlio Vargas, Vice-pres. da República Café Filho e Governador de Minas  Juscelino  Kubitschek em churrasco na Fazenda Experimental de Criação. Acervo: MZ.

            
1959 – Augusto José Rosa, Hugo Prata, Paulo Pinto Brown e José Antônio Dias da Costa Aroeira realizam a primeira experiência de inseminação artificial em Uberaba na Fazenda Experimental Getúlio Vargas. Acervo: MZ.
  


1954: Manchete do Jornal Lavoura e Comércio noticiando o decreto assinado por Getúlio Vargas sobre o perdão da dívidas dos pecuaristas do Triângulo Mineiro. Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.


1959 - 1º Leilão de zebuínos em Uberaba realizado na Fazenda Experimental Getúlio Vargas. Acervo: MZ.


1959 – Cartaz da 1ª Exposição Nacional de zebuínos. Acervo: MZ.



Década de 1960

1960
Iniciado o programa de controle leiteiro de particulares pela Fazenda Experimental de Criação de Uberaba (FEC).

1960/1963
Celso Garcia Cid, Torres Homem Rodrigues da Cunha, Veríssimo Costa Júnior e Rubens Andrade de Carvalho realizam umas das mais importantes importações de zebuínos para o Brasil.

1964
Criado o Estatuto da Terra, fundamentando a função social da propriedade rural.

1967
Fundado no Paraná por Celso Garcia Cid o primeiro laboratório de coleta de sêmen bovino;
Durante a gestão Edilson Lamartine Mendes a SRTM se transforma em Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

1968
A ABCZ dá início às Provas Zootécnicas, que se tornam com o passar dos anos os pilares das avaliações genéticas. As provas integram um amplo programa nacional de melhoramento do Ministério da Agricultura, denominado PRONAMEZO, e particularmente o Prozebu;
É criado um serviço de coleta de sêmen do touro importado Karvadi em Araçatuba - SP;
A raça Nelore supera a raça Gir em números de registros genealógicos, com 51,7% ante 27,6% respectivamente.

1969
A raça Nelore variedade Mocha tem seus primeiros registros realizados pela ABCZ em 25 de fevereiro.

Importadores da década de 1960 Torres Homem R. da Cunha, Nenê Costa, Rubico de Carvalho, Jacinto Honório da S. Filho e Celso Garcia Cid. Acervo: MZ.

Imagem do touro Karvadi com seu antigo proprietário indiano, Polavarpu Hamumaiah (segundo à direita). O terceiro à direita é Primeiro-ministro da Índia Nehru. Acervo: MZ.

Pres. da SRTM – Adalberto R. da Cunha discursa na abertura da 26ª Expozebu ao lado do criador Mário Franco e o Pres. da República Juscelino Kubitschek. Acervo: MZ.

            1967 – Diretoria da SRTM que a transformou em ABCZ. Acervo: MZ.


    Reunião da Diretoria que transformou a SRTM em ABCZ em 1967. Acervo: MZ.



Década de 1970

1970
A ABCZ se torna a entidade coordenadora das exportações de zebuínos com o aval do Ministério da Agricultura;
A introdução da braquiária nas década anterior possibilita uma verdadeira revolução no campo que agora se expande por regiões onde a pecuária tinha baixa penetração, possibilitando a partir de então altos níveis de produção, especialmente na região do Cerrado;
Surgem as grandes centrais de genética bovina no País, tendo como resultado a disseminação da inseminação artificial ao longo de toda década.

1971
As Provas de Ganho de Peso são oficializadas pela ABCZ.
A ABCZ dá início ao Registro Genealógico da raça Tabapuã.

1972
É fundada a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada diretamente ao Ministério da Agricultura.

1974
A ABCZ instituiu a Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias (FUNDAGRI), entidade que se torna a mantenedora da Faculdade de Zootecnia de Uberaba (FAZU) inaugurada no ano seguinte.
Tem início o Controle Leiteiro oficial da ABCZ.

1976
Em 31 de janeiro foram registrados pela ABCZ os primeiros animais da raça Gir, variedade Mocha.

1977
O Governo Federal autoriza a doação do Parque Fernando Costa à ABCZ e no ano seguinte é fundada a nova sede da entidade.

1979
É lançada a Revista ABCZ;
Nessa década ocorre uma forte expansão das fronteiras agrícolas, ampliando o alcance da pecuária, agora em direção a região Centro-Oeste do País.

              1970 – Visitantes em pavilhão durante prova de ganho e peso. Acervo: MZ.

Primeira Sede da FAZU , hoje funciona a Prefeitura Municipal de Uberaba PMU. Acervo: MZ.

       1977/78 – Construção da nova sede da ABCZ no Parque Fernando Costa. Acervo: MZ.

               1978 – Fachada da recém-construída sede da ABCZ. Acervo: MZ.




Década de 1980

1981
Instalado o Centro de Processamento de Dados da ABCZ.

1984
Em parceria com a Embrapa, a ABCZ lança o primeiro Sumário Nacional de Touros das Raças Zebuínas – um grande passo para a evolução das avaliações genéticas que permanecem atuais;
Inaugurado no Parque Fernando Costa, em Uberaba, o Museu do Zebu Edilson Lamartine Mendes;
Criado o título de Honra ao Mérito pela ABCZ destinado àqueles que contribuíram para a difusão da pecuária zebuína.

1985

Implantado o teste de Progênie para leite pela EMBRAPA/ Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Leite (CNPGL); Essa década é marcada pela pesquisa agropecuária, com a assistência técnica e a extensão rural, promovendo soluções para desenvolvimento do espaço rural, que assim ganha maior dimensão e entra em uma nova fase com maior oferta de produtos, diminuição de custos e maior competitividade.


1981 – Implantação do CPD – Centro de Processamento de Dados da ABCZ. Acervo: MZ.

 1981 – Pres. da ABCZ Manoel Carlos Barbosa, Pres. da República João Batista Figueiredo, Gov. de Minas Francelino Pereira, Mardônio Prata dos Santos e Afrânio M. Borges durante a Expozebu. Acervo: MZ.


 Casarão no Parque Fernando onde foi instalado o Museu do Zebu em 1984. Acervo: MZ.


Construção dos prédios da FAZU – Faculdade de Zootecnia de Uberaba. Acervo: MZ.



Década de 1990

1990
Vários países da América do Sul passam a ter como referência o modelo do Serviço de Registro Genealógico mantido pela ABCZ.

1992
Nesse ano 34% das pastagens do Centro-Oeste que incorporaram novas tecnologias na produção, incluindo com corretivos e adubação, tem uma melhora de 8,8 Kg de carne/ano em um hectare de pastagem cultivada para 16,5 Kg/ano com manejo mínimo;
O Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ) é lançado oficialmente durante a EXPOZEBU. Até essa data são mais de 12 milhões de animais avaliados, auxiliando os criadores a identificarem os bovinos mais precoces, mais férteis, com melhores índices de ganho de peso ou de produção leiteira. São base para a coleta de dados e informações que alimentam o PMGZ as seguintes provas zootécnicas: o Controle de Desenvolvimento Ponderal (CDP), as Provas de Ganho de Peso (PGP) e o Controle Leiteiro (CL).

1994
A Expozebu alcança dimensão internacional;
A raça Brahman recebe autorização do governo para ser introduzida o Brasil;
É fundada em Londrina, a Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB). Em 1997 sua sede foi transferida para Uberaba.

1995
O IBGE identifica que 40% das propriedades rurais eram produtoras de leite.

1996
A ABCZ integra uma missão oficial e visita a Índia juntamente com o presidente Fernando Henrique Cardoso. Nessa oportunidade é firmado um protocolo de intenções de intercâmbio de material genético de zebuínos entre os dois países;
É introduzida nas Provas de Ganho de Peso da ABCZ a modalidade pasto. Ocorre também a disseminação do uso da sofisticada técnica de Transferência de Embriões;
Com o surgimento da doença da “vaca louca” na Europa, a carne brasileira ganha novos mercados do Velho Mundo. O Brasil se beneficia por suas características de criação a pasto, método que apresenta vantagens em relação ao confinamento de animais na Europa;
Disseminação da produção industrial do leite longa vida.

1998 
Primeiro registro de um zebuíno pela ABCZ na Índia.

 1991 – Multidão de frente a pista de julgamento durante a abertura de Expozebu. Acervo: MZ. 


Pres. da República Fernando Henrique Cardoso visita a Índia com comitiva da ABCZ para firmar protocolo bilateral sobre intercâmbio de material genético zebuíno. Acervo: MZ.
       
1994 – Abertura oficial da 1ª Expozebu Internacional. Acervo: MZ.


Rômulo Kardec de Camargos com comitiva da ABCZ registra o primeiro na Índia em 1998. Acervo: MZ.


1998 - Visita do Presidente da Índia Kocheril Raman Narayana a Expozebu, acompanhado à esquerda do Gov. de Minas Eduardo Azeredo e à direita do Pres. da ABCZ José Olavo B. Mendes e do Prefeito de Uberaba Marcos Montes. Acervo: MZ.


Década de 2000


2000
Na virada desse milênio 70% das propriedades brasileiras, a maior parte de pequenas propriedades pratica algum tipo de pecuária. O Brasil registra 100 milhões de hectares cultivados com pastagens artificiais distribuídas em quase 1,8 milhões de propriedades, dando emprego a 7 milhões de pessoas;
No início do milênio cerca de 49,4 milhões de hectares produtivos encontram-se no bioma Cerrado e 90% da carne brasileira é produzida a pasto.

2003
É criado o “BrazilianCattle” em parceria com a Apex-Brasil, com o objetivo de exportar zebus e seu pacote tecnológico agregado.

2004
O Brasil detém o maior rebanho comercial do mundo com 175 milhões de cabeça.

2006
A Expozebu desse ano é marcada pela volta do julgamento da raça Sindi, nesse caso, com 30 animais inscritos. O Sindi apresenta-se com uma excelente alternativa especialmente para o semiárido nordestino graças a sua rusticidade.

2008
Em dezembro chega da Índia uma primeira remessa de embriões zebuínos das raças Gir, Guzerá e Nelore. Nos anos seguintes, novas remessas de material chegam ao Brasil.

2008
Lançamento da Expogenética.

2009
O Ministério da Agricultura e Pecuária autoriza a ABCZ a realizar os primeiros registros de zebuínos clonados.

2013
É criado o Departamento de Pesquisa na ABCZ.

2017
Lançamento dos PMGZ-Internacional e PMGZ-Genômica.
               2009 - Registro do primeiro animal clonado realizado pela ABCZ. Acervo: MZ.

2006 - Zebuínos selecionados na Índia para coleta de material genético a ser enviado ao Brasil. Acervo: MZ.



 Hospital Veterinário de Uberaba. Acervo: MZ.

      2013 – Realização da 1ª Expozebu Dinâmica. Acervo: MZ. 

        
2017 – O presidente da ABCZ, Arnaldo Manoel Machado Borges, realiza a primeira marcação do PMGZ.


Números Gerais da Pecuária Brasileira
  • Com 221 milhões de bovinos o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes - ABIEC);
  • O PIB da pecuária brasileira representou 430 bilhões de reais do PIB total da economia em 2017 (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – CEPEA/ESALQ);
  • Cerca de 80% do rebanho é composto por animais de ascendência das raças zebuínas (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes - ABIEC);
  • O setor da pecuária gera matéria-prima básica para 50 produtos industriais;
  • Na reparação do período de maior recessão econômica brasileira, o PIB do agronegócio registrou crescimento de 3,6% em 2017 (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes - ABIEC).

Pesquisa e texto: Thiago Riccioppo -  Mestre em História pela Universidade Federal de Uberlândia UFU; Historiador da Superintendência do Arquivo Público de Uberaba  e Gerente Executivo da Fundação Museu do Zebu Edilson Lamartine Mendes.