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Mostrando postagens de Agosto, 2009

UBERABA E O PODER LEGISLATIVO - DE 1837 AOS DIAS ATUAIS

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O médico Olavo Rodrigues da Cunha foi o mais jovem Agente Executivo de Uberaba, aos 26 anos de idade, e substituiu seu pai, Agente Executivo da gestão anterior. Entre 1927 e 1928, a cidade vivia uma efervescência de inaugurações, ampliações, fusões de indústrias e outros acontecimentos. Nessa época, surgiram: a Escola de Farmácia e Odontologia, a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Uberaba e o Liceu de Artes e Ofícios; os terrenos necessários à abertura da avenida margeando o Córrego das Lages foram legalmente desapropriados, o escudo do município foi aprovado, as fábricas de tecido Caçu e Uberaba fundem-se, formando a Companhia Fabril do Triângulo Mineiro e uma lei municipal aprova a planta do Bairro São Benedito. Em 1928, Olavo escreveu um minucioso relatório sobre sua gestão para rebater a propaganda negativa contra sua administração. Durante seu governo: instalou-se a Guarda Municipal, as dívidas com impostos dos contribuintes reconhecidamente pobres foram perdoadas, um prédio es

CATIRA

Originalmente a Catira nasceu na zona rural onde, após um dia de trabalhos em mutirão, servem-se refeições e bebidas a todos os participantes, num evento animado com danças e batuques. Com o passar do tempo, os meeiros, agregados, empregados e empreiteiros que formavam a população rural foram se transferindo para a zona urbana e, consequentemente, levaram consigo a Catira. Uma das características dessa manifestação cultural é a tradição familiar, pois as crianças aprendem a tocar e a dançar acompanhando os adultos, desde a infância. O principal instrumento é a viola, semelhante ao violão, porém menor, com dez ou doze cordas e de confecção artesanal. Na dança, os componentes ficam sempre um de frente para o outro, os sapateios e as palmas acompanham a batida da viola e um marcador comanda as mudanças de posição. No passado, não só os mutirões, mas também as Festa de Reis, Juninas, ou casamentos eram pretextos para se dançar a Catira e muitos violeiros uberabenses – como Manuelzinho

FOLIA DE REIS - HISTÓRIA E TRADIÇÃO EM UBERABA

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A tradição das Folias remonta ao nascimento de Cristo, quando Baltazar, Gaspar e Melchior, conhecidos como os Três Reis Magos, ofereceram a Jesus: extrato de mirra, uma planta usada como remédio e muito perfumada; ouro, símbolo da riqueza, e insenso, que expressa o desapego, a humildade e a esperança. O objetivo do cortejo é reproduzir a viagem dos Magos a Belém, ao encontro do Filho de Deus. Geralmente, ele é o resultado de uma promessa, na qual o folião, para obter a graça, se compromete a organizá-lo. Os foliões reunem-se nas vésperas de Natal, rezam, cantam ladainhas e oram diante do presépio. Depois de abençoada a bandeira, iniciam a peregrinação que dura até o dia 06 de janeiro, dia de Reis. Para saber mais, visite o Arquivo Público de Uberaba e pesquise nos “Cadernos de Folclore” ano I, janeiro de 1993, uma publicação do APU.

Agosto - mês do Folclore

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Moçambique"Camisa verde e branco" (latas na canela: gumga) Congada "Batalhão do Norte" Moçambique e Congos – História e Tradição em Uberaba Essas manifestações folclóricas são identificadas em etapas: Reinado, na qual acontece o Cortejo Real, do Rei e da Rainha, festeiros do ano; o Fitão e a Missa em Ação de Graças na qual são sorteados os novos Reis. O agrupamento de congadeiros, moçambiqueiros ou vilões em torno das bandeiras dos Santos Padroeiros é chamado de Terno ou Guarda, formado por soldados, oficiais e dançadores. Os ternos Moçambique e Congo se diferem pelas vestimentas, pelos instrumentos e pela caracterização. A Congada – que mostra uma admiração pela República – segue o ritmo do Congo e o estilo de Quartel, em homenagem a Marechal Deodoro da Fonseca. Em Uberaba, destaca-se o terno do Senhor Sebastião Mapuaba. O Moçambique é uma dança sapateada e