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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Pesquisador defenderá tese de doutorado em Educação na UNESP, cujas fontes foram levantadas na Superintendência do Arquivo Público de Uberaba

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Pesquisa baseada em vasto acervo documental da Superintendência do Arquivo Público sobre a pioneira Escola de Pharmacia e Odontologia de Uberaba - será defendida no Programa de Pós-graduação da Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista – UNESP. Fundada em 1926 pelo médico Francisco Mineiro de Lacerda , a Escola de Pharmacia e Odontologia, foi a primeira instituição de ensino superior do gênero em Uberaba. Desta escola foram diplomados profissionais odontólogos e farmacêuticos de inúmeras regiões do país e até do exterior, isto significava um grande avanço para época, uma vez que era comum a existência de profissionais práticos. A tese conta parte da história de Uberaba e fala da importância desta instituição para o contexto da educação no Triângulo Mineiro. Imagem da primeira sede Escola de Pharmacia e Odontologia de Uberaba fundada em 1926  Acervo: APU O autor da pesquisa Willian Douglas Guilherme, teve seu primeiro contato com os documentos d

Conheça o acervo digital do Museu da Imigração do Estado de São Paulo

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Sobre o Acervo Digital do Museu da Imigração do Estado de São Paulo  O projeto Memória da Imigração integra, por meio de um banco de dados online, o acervo digital do Museu da Imigração e documentos pertencentes ao Arquivo Público do Estado de São Paulo. No total são mais de 250 mil imagens disponíveis para consulta e download gratuito, em uma ferramenta que revoluciona o acesso a fragmentos da história paulista e brasileira. O trabalho teve início em janeiro de 2011, coordenado pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo, e envolveu etapas de organização documental, intervenções de conservação e preservação, digitalização e tratamento das imagens digitais. Como resultado, o banco de dados desenvolvido oferece acesso amplo, público, democrático e organizado a um acervo de inestimável valor material e imaterial relacionado à memória da imigração no Brasil, garantindo ainda a preservação dos documentos originais. Acesse o site do acervo do Museu da Imigraçã

O Carnaval em Uberaba no final do século XIX e início do XX

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NO FINAL DO SÉCULO XIX E INÍCIO DO SÉCULO XX A COMUNIDADE UBERABENSE COMEMORAVA O CARNAVAL COM MUITA ANIMAÇÃO E SIMPLICIDADE, CUJOS EVENTOS FORAM REPORTADOS PELAS PROPAGANDAS E MATÉRIAS CONTIDAS NOS JORNAIS “GAZETA DE UBERABA” E “LAVOURA E COMÉRCIO”, RELACIONADOS, A SEGUIR: GAZETA DE UBERABA, 11 DE FEVEREIRO DE 1887 - NÚMERO 494, p. 04   “No domingo último, à noite, percorreu as ruas desta cidade um animado Zé Pereira que pintou a saracura. Ao que nos consta, nos três dias consagrados a Momo se exibirá uma sociedade carnavalesca que pretende dar muita sorte. Que venha”. FONTE: LAVOURA e COMÉRCIO - 15 DE FEVEREIRO DE 1900 , p. 01 FONTE: LAVOURA E COMÉRCIO - 18 DE FEVEREIRO DE 1900, p. 01  “Na noite do ultimo domingo, um animado Zé-pereira transitou pelas ruas desta cidade, alegrando a população com as suas cantorias e danças. Ao que nos consta vamos ter um carnaval v’lan, em que serão apresentadas cousas do arco da velha. Muitos confetes se jogaram,

Assassinato, escravidão, crendices e acusações de bruxaria contra as mulheres em Uberaba foram notícias em 5 jornais dos EUA em 1875

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Um crime ocorrido no ano de 1875 em Uberaba foi  noticiado  em pelo menos cinco jornais dos Estados Unidos naquela época. Tratava-se de um famoso assassino conhecido como Quarentinha, que queria se vingar de uma escrava negra da qual a acusava de bruxaria. Confira na íntegra, a tradução do que dizia a matéria sobre o crime: "O célebre assassino conhecido como Quarentinha, que por muitos anos foi o terror de Uberaba no Brasil, acabou sucumbindo às mãos de um mero jovem. Um membro da família de Quarentinha sofria com uma doença vulgarmente conhecida como "fogo selvagem”. A ele foi dito que tal doença foi causada por um feitiço de uma escrava negra de um vizinho. Para capturar a negra, carregá-la para sua casa e açoitá-la para então a queimar viva, foi para Quarentinha um trabalho de poucas horas. O senhor da negra se encaminhou para a cena do crime, acompanhado de um individuo para implorar pela vida da mulher. Quarentinha respondeu que a queimaria, pois ela er