terça-feira, 31 de outubro de 2017

Superintendência do Arquivo Público de Uberaba completa 32 anos em 04 de novembro

          
            Foi fundada em 04 de novembro de 1985. Considerado o maior Arquivo do interior de Minas Gerais, onde os documentos históricos e administrativos interagem na gestão documental.

         As funções do Arquivo Público são recolher, resguardar, preservar documentos históricos e dos órgãos da Prefeitura, além de receber documentos privados, de interesse público, tendo como objetivo difundi-los e disponibilizá-los aos cidadãos.

Há leis que regulamentam o tratamento que deva receber os documentos públicos. A Lei Municipal 10082/2006 definiu a política de Gestão Sistêmica de Documentos e Informações Municipais (GSDIM), que deve ser aplicada pelos órgãos municipais da administração direta e indireta.

A coordenação, implantação, gerenciamento e a normatização da GSDIM são de competência da Superintendência do Arquivo Público, vinculada à Secretaria de Governo, com a participação simultânea dos órgãos municipais.

São aproximadamente três mil e quinhentas pessoas que anualmente procuram o Arquivo Público em busca de conhecimento, pesquisa e documentos.

As Ações Educativas desenvolvidas na instituição, junto à rede pública e particular de ensino, têm como objetivo conscientizar os alunos sobre a importância da história de Uberaba e sobre a preservação documental.  Atende anualmente, cerca de dois mil alunos.

Desenvolve parcerias com as universidades com o objetivo de promover o conhecimento do acervo documental viabilizando a pesquisa acadêmica.

 Promove a digitalização de documentos históricos importantes e diversos jornais do passado para difundir com maior rapidez as informações na internet.

Com o surgimento dos documentos digitais a Superintendência do Arquivo Público e os órgãos públicos municipais são responsáveis pela proteção e gerenciamento dos documentos gerados pela nova tecnologia da informação.

O Laboratório de Restauro da instituição é moderno e inicia-se o processo de restauro de acervos deteriorados da instituição.

 Resguarda jornais centenários importantes, entre eles, o jornal Lavoura e Comércio de 1899 e o jornal Gazeta de Uberaba, de 1879.

O volume documental do Arquivo Histórico é composto por seis mil caixas. O documento mais antigo é uma Carta de Sesmaria de 1799 e o atual compreende os jornais de 2017.

Carta de Sesmaria – Ano 1799 (século XVIII

O acervo fotográfico totaliza sessenta e sete mil imagens guardadas em modernos armários deslizantes. A foto mais antiga é da Rua Vigário Silva, de 1876. 

Rua Vigário Silva – Ano 1876


Os documentos mais procurados do Arquivo Histórico são os inventários.
 
           Inventário mais antigo da instituição, de Francisco Rodrigues de Lima     e  Alexandrina Maria de Jesus, de 1815



Os documentos provenientes da Prefeitura estão organizados e guardados em seis mil e duzentas caixas. A série documental mais antiga data de 1940, e a atual, de 2017, é relativa a finanças.

Os documentos mais procurados do acervo do arquivo administrativo são as plantas de edificações, de particulares.

Planta arquitetônica da fachada da fachada da residência na Rua Manoel Borges, propriedade de Pedro Salomão, de 1941


 A Superintendência do Arquivo Público resguarda na totalidade um acervo documental de doze mil e duzentas caixas, organizado e catalogado.

Em 2017 a instituição arquivística inova e inicia as publicações E-books pelo fato de terem baixo custo e um alcance social maior de leitores e pesquisadores. 

Publica então o E-book, Anais dos Livros de Atas da Câmara Municipal de Uberaba 1857 a 1900 - Século XIX. É uma edição inédita da série documental mais importante do Arquivo que registra a história do município desde os primórdios.  
   
Outras duas publicações E-books também serão editadas em novembro de 2017. A Revista Memórias – Thomáz de Aquino Prata e Revista Memórias – Nacional Futebol Club, que contemplam a história de cidadãos e instituições, que contribuíram para delinear a história da cidade.

Outra publicação é o Guia do Arquivo 2017, um grande avanço, que disponibiliza para os pesquisadores em suporte digital, a totalidade do acervo documental da instituição com objetivo de facilitar o atendimento e pesquisa.



Texto: Marta Zednik de Casanova
Gestora da Superintendência do Arquivo Público de Uberaba



       ENDEREÇOS ELETRÔNICOS:

Blog: http//www.uberaba.mg.gov.br/portal/conteudo,10403

Facebook: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Igreja Catedral do Sagrado Coração de Jesus - Uberaba

Largo da Matriz em 1890, quando a Igreja tinha duas torres. Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

É o mais antigo logradouro público de Uberaba, pois, foi na sua parte inferior que se começou a edificação do primeiro prédio que Uberaba teve. Dele partem as seguintes ruas, a saber, canto inferior direito, a Coronel Manuel Borges; centro, a Artur Machado. Esquerda, a Vigário Silva, lado sul, ao meio, a rua de Santo Antônio. Canto superior direito, a rua Olegário Maciel e superior esquerdo, a rua Tristão de Castro; lado norte, no meio, a rua São Sebastião. É inteiramente calçada a paralelepípedos e com luxuoso jardim à frente da Catedral do Bispado. Nos alinhamentos em diferentes lugares ficam o Paço Municipal, hoje Prefeitura, o Teatro São Luís e custosos prédios particulares. Primitivamente chamava-se ‘Largo’, mais tarde ‘Largo da Matriz Nova’, ‘Largo da Matriz’, praça ‘Afonso Pena’ (1894-1916) e finalmente praça Rui Barbosa." (PONTES, 1970, p.287).

Pintura de Anatólio Guimarães, reportando a época de 1906. Acervo: Câmara Municipal de Uberaba.
A primeira Capela construída na região de Uberaba data de 1807, nas Cabeceiras do Córrego do Lajeado, Arraial da Capelinha, nas terras de propriedade de José Francisco de Azevedo. Em 1812,  as imagens de Santo Antônio e São Sebastião, os padroeiros, foram entronizadas.

Com a mudança, em 1815, dos moradores do Arraial da Capelinha para o novo Arraial da Farinha Podre, Uberaba atual, o Sargento-Mor, Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira (Major Eustáquio) construiu uma nova Capela, na Praça Frei Eugênio, com a mesma invocação de Santo Antônio e São Sebastião, sendo benzida e liberada para as cerimônias religiosas, em 01 de Dezembro de 1818. Em 02 de Março de 1820, com a instalação da Freguesia, esta Capela foi elevada à Categoria de Paróquia, e constituída em primeira Matriz.

A capela foi demolida e uma outra construída no mesmo lugar, pelo Vigário Silva. Foi inaugurada em 20 de Janeiro de 1828, e serviu ao culto até 1856. A atual Igreja Matriz teve as obras iniciadas em 1827. Com a morte do Major Eustáquio, em 1832, as obras ficaram paralisadas por vários anos.

Vindo residir em Uberaba, em 1847, Antônio Borges Sampaio encontrou a Matriz nova inacabada, tendo apenas o telhado sobre os esteios e baldrames de aroeira, sem paredes nem assoalhos. Em 1848. o Cap. Joaquim Antônio Rosa retomou a sua construção cujas obras prosseguiram até 1856, sendo já celebrados na mesma, os ofícios religiosos. Esta Igreja passou por várias reformas e melhorias:

-              1857 – Frei Eugênio construiu a Sacristia e o Adro.
-              1859 – Joaquim Francisco Ananias construiu as duas torres, o coro, o arco-cruzeiro e o altar-mor.
-              1868 – As torres foram revestidas de tijolos, argamassa e óleo.

-              1874 – O relojoeiro Florêncio Forneri assentou o relógio em uma das torres.

-              1880 – Foram colocados dois sinos, fundidos em Uberaba, por José Carlos Onofre.

-              1889 – Vigário Carlos José dos Santos, ordenou uma pintura externa na Igreja.

-            1896 – As duas torres foram demolidas e edificada uma única torre, projetada pelo engenheiro Ataliba Vale, com características neogóticas.

-        1899 – Com a transferência da sede do Bispado de Goiás para Uberaba, a Igreja Matriz alcançou as prerrogativas de Catedral.

-              1907 – Com a inauguração da Igreja Sagrado Coração de Jesus (hoje Adoração Perpétua), para ser a Catedral, ela voltou a ser Matriz de Santo Antônio e São Sebastião.

-              1926 – Dom Almeida Lustosa, 2º Bispo de Uberaba, transladou a Igreja Catedral para a Matriz  de Santo Antônio e São Sebastião, com seu título de Sagrado Coração de Jesus, passando os Santos da primitiva Capela à Igreja da Adoração Perpétua.

-              1933 – A matriz passou por sua última reforma total, permanecendo como está  até  os dias atuais. Foram acrescentados um transepto, capelas laterais e modificações no frontespício. O arquiteto responsável pelas obras foi Emanuel Giani.


Atualmente é cercada por grades de ferro, tendo à frente a Imagem  de Cristo e nas laterais as imagens de Santo Antônio e São Sebastião.

(Superintendência do Arquivo Público de Uberaba)

Inauguração da escultura de Jesus Cristo em 1906. Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.


Praça Rui Barbosa com Catedral ao fundo na década de 1920.  Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

Praça Rui Barbosa em obras com Catedral ao fundo em 1956.  Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.
Cerimônia religiosa reuniu centenas de pessoas de frente a Catedral de Uberaba em 1938.  Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.


Vista aérea da Praça Rui Barbosa e Catedral em 1958.  Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

Praça Ru Barbosa com Catedral ao fundo em 1967.  Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

20 de outubro: Dia do Arquivista


Dia do Arquivista é comemorado em 20 de Outubro, no Brasil.
A data celebra o profissional responsável em cuidar, organizar e arquivas acervos e documentos privados, públicos e/ou pessoais.
Atualmente no Brasil, existe o curso de ensino superior em Arquivologia.
A Lei nº 6.546, de 4 de Julho de 1978, regulariza e oficializa a profissão de Arquivista e Técnico de Arquivo no país. Outro aspecto importante foi a criação do Conselho Nacional de Arquivos, através do mesmo Decreto Lei.

Origem do Dia do Arquivista

No dia 20 de Outubro de 1823, o então deputado Pedro de Araújo Lima, que viria a ser conhecido como Marquês de Olinda, apresentou a proposta para a criação do primeiro Arquivo Público do Brasil.
Para reforçar ainda mais a significância desta data para os arquivistas, foi coincidentemente no dia 20 de Outubro de 1971 que a Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB) foi inaugurada.
Assim, o 20 de Outubro acabou por se tornar mais do que uma simples data para comemorar, mas também para homenagear e lembrar das conquistas obtidas ao longo dos anos pelos profissionais dessa área.

Mensagens para o Dia do Arquivista

"Selecionar, codificar, arquivar, dar busca à documentação: arte de organizar os documentos! Parabéns, Arquivista!"

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Ações Educativas: Jovens estudantes da Escola Estadual Santa Terezinha conhecem a Superintendência do Arquivo Público de Uberaba


Visitaram a Superintendência do Arquivo Público de Uberaba nesta terça-feira (17/10), cerca de cinquenta alunos do ensino fundamental da Escola Estadual Santa Terezinha. A educadora Luzia Rocha palestrou aos estudantes, abordando sobre a importância de um arquivo municipal na salvaguarda de um patrimônio documental que reporta do final do século XVIII a atualidade.


Os jovens adquiriram conhecimentos sobre os departamentos, os acervos, o trabalho de gestão, organização, digitalização e preservação dos documentos da instituição.





quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Veja o que o Código de Posturas de Uberaba de 1867 falava sobre os escravos

Escravas de ganho trabalhavam para os seus senhores na venda de alimentos. No caso do Código de Posturas de Uberaba de 1867, a atividade somente era permitida com a devida autorização de seus senhores. Imagem: Rio de Janeiro, segunda metade do século XIX.



O Código de Posturas de Uberaba de 1867 impunha penas duríssimas aos escravos na circunscrição administrativa do município.

Nos artigos selecionados abaixo do documento, observa-se  mecanismos  para cercear quaisquer acesso mínimo a uma possível "liberdade" individual. Eram meios propostos para controlar as relações de sociabilidades dos cativos que pudessem ameaçar a ordem social escravista.  Atividades simples, como: reuniões de grupos escravos, jogos e até mesmo comércio de gêneros alimentícios sem a devida "autorização", previam-se punições e recolhimentos nas prisões.

Documentos como este, apresentam aos nossos olhos, como o imaginário sobre a sociedade brasileira mantinha estratégias de controle, num sistema de poder baseado na divisão social em torno de conceitos de raça e escravidão.



De acordo com a legislação da época:


Artigo 60 - É proibido aos escravos:
1. Os jogos de qualquer qualidade;
2. Os agitamentos e reuniões a títulos de festas, ou quimbetes, seu autorização da autoridade competente;

Artigo 61 - Às pessoas livres que se acharem jogando com escravos será imposta a multa de vinte e cinco mil réis e cinco dias de prisão;

Artigo 62 - Os escravos que forem apreendidos jogando ou reunidos serão presos e recolhidos à cadeia para serem entregues aos seus senhores;

Artigo 63 - É proibido comprar a escravos: mantimentos, ou quaisquer gêneros da lavoura, ou outros sem consentimento de seus senhores. Aos contraventores será imposta a multa de trinta mil réis e oito dias de prisão, além das penas em que poderem ter incorrido. É proibido, debaixo das mesmas penas, guardar objetos furtados por escravos;

Artigo 68 - É proibido aos escravos andarem pelas ruas a qualquer pretexto, sem bilhetes de seus senhores, depois do toque de recolher. Os escravos achados nas ruas serão presos e recolhidos na prisão, até serem reclamados pelos seus senhores.

Texto: Thiago Riccioppo
Pesquisa: Luiz Henrique Cellulari 

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Administrar seus ofícios e o bem comum: o perfil socioeconômico das elites regionais no Sertão da Farinha Podre (1852-1888)


O artigo do professor e coordenador do curso de História da UFTM - Flávio Henrique Dias Saldanha, investiga o perfil socioeconômico das elites no Sertão da Farinha Podre, atual Triângulo Mineiro, Minas Gerais. Para tanto, utilizou-se como fontes de pesquisa as atas da Câmara Municipal e os inventários do Arquivo Público da cidade de Uberaba (MG). Tais fontes permitiram, ao menos, elucidar as opções de investimento e a composição da riqueza das elites, bem como o grau de participação destas na formação do Estado imperial.



Flávio Henrique Dias Saldanha é Doutor em História pela Unesp/Franca (SP); Coordenador e Professor Adjunto do Departamento de História da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Uberaba (MG). Livros publicados: SALDANHA, Flávio H. D. O Império da Ordem: Guarda Nacional, coronéis e burocratas em Minas Gerais na segunda metade do século XIX (1850-1873). São Paulo: UNESP, 2013. SALDANHA, Flávio H. D. Os Oficiais do Povo: a Guarda Nacional em Minas Gerais oitocentista, 1831-1850. São Paulo: Annablume/FAPESP, 2006. 


Primeiro prédio da Câmara Municipal de Uberaba em imagem do final do século XIX. Anexo ao edifício encontrava-se a Cadeia e o Tribunal de Juri. Acervo: Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

Confira o artigo:

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Pesquisa inédita sobre os "Pioneiros da história da música em Uberaba"

Olga Maria Frange de Oliveira realiza pesquisa na Superintendência do Arquivo Público de Uberaba.

Olga Maria Frange de Oliveira vem se dedicando a uma ampla pesquisa no acervo da Superintendência do Arquivo Público de Uberaba sobre Os Pioneiros da História da Música em Uberaba, para posterior publicação. A pesquisa aborda desde o início do século XIX, em 1815, com a criação da Banda dos Bernardes, fundada por Silvério Bernardes Ferreira no Arraial da Capelinha e depois transferida para Uberaba, e se estende até a década de 1980, no século XX, com a morte dos últimos pioneiros.

A pesquisadora Olga é graduada em piano pelo Instituto Musical Uberabense; graduada como instrumentista pela Faculdade de Artes da Universidade Federal de Uberlândia; pós-graduada em Cultura e Arte Barroca, pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG); bacharel em Direito pela Universidade de Uberaba (Uniube).

Professora de piano, percepção musical, história da música e canto coral. Lecionou no Instituto Musical Uberabense, no Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi em Uberaba e no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Caparelli, em Uberlândia.

É regente do Coral Artístico Uberabense desde 1994. Foi regente dos seguintes corais: Coral da Fosfertil, Coral da Receita Estadual, Madrigal Reviver, Coral Cheiro de Relva.
Ocupou os seguintes cargos na Fundação Cultural de Uberaba: conselheira da área de música, assessora técnica das áreas de música e dança; diretora cultural e diretora geral.

Como pesquisadora da área musical, apresentou-se em Uberaba, como conferencista, a convite das Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras São Tomás de Aquino (Fista), da Uniube e do Conservatório Estadual de Música de Uberaba; assim como em Ouro Preto (MG), pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e em Belo Horizonte (primeiro encontro de Conservatórios).

Proferiu palestra na Sorbonne, em Paris; e em Lisboa, a convite do governo de Portugal, nas comemorações dos quinhentos anos da descoberta do Brasil.


Tem trabalho publicado pela Fundação Calouste Gulbenkian, em Portugal, sobre "A Modinha e o Lundu no Período Colonial".

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Colégio José Ferreira trouxe novamente nesta semana, mais 100 alunos para conhecer o Arquivo Público


Em 15 de setembro de 2017, o Colégio José Ferreira trouxe novamente para conhecer a Superintendência do Arquivo Público de Uberaba, mais 100 estudantes do Colégio José Ferreira do 1º e 2º anos do Ensino Fundamenta


Eles foram recebidos pelos educadores Luiz Henrique Cellulari e Luzia Rocha, que explanaram sobre a necessidade e importância dos documentos históricos como referenciais da memória e da história de uma comunidade.

Os estudantes conheceram o trabalho desenvolvimento na instituição e tiveram aprendizados práticos sobre como eram os conhecimentos, técnicas e saberes de outras épocas no mundo do trabalho e da produção.



Eles apreciaram também o prédio do Arquivo Público, uma antiga estação da década de 1940 e conheceram como hoje é realizado o transporte ferroviário. 


Veja como foram os momentos: